“Quem nunca errou na vida que atire a primeira pedra”
Como encaramos os nossos erros? Temos um olhar preconceituoso sobre eles? Provavelmente sim. Muitos ainda associam o erro ao fracasso. Uma forma negativa, e até dramática, de se relacionar com ele.
O erro tomado como uma falha denota uma visão simplista desse fato. Como se ele significasse um tempo perdido ou uma chance desperdiçada na vida, apresentando-se assim, como um modo deturpado de encará-lo.
É necessário olhar para o erro sob uma nova perspectiva, tentando entendê-lo como uma ponte para a aprendizagem.
Vê-lo como mola propulsora do desenvolvimento humanos traria mais ganhos para a nossa vida, pois aprenderíamos com ele. O erro nos dá a chance de rever uma ação, uma atitude, de trocar de lado, mudar de opinião, enfim, evoluir.
“A mudança gera a desconstrução de várias ideias e pensamentos rígidos”
A vida não nos permite tempo para ensaios, então temos que fazer o melhor que podemos, e se não der, pelo menos devemos procurar lucrar com os nossos erros e, até mesmo, com os erros dos outros.
E como fazer isso? Aproveitar as descobertas advindas das tentativas de acertos para que possam contribuir com o nosso amadurecimento. Observação do problema. Percepção diferente sobre ele. Aceitação da necessidade de mudar, ou seja, fazer de outra forma.
Quem nunca errou e aprendeu com o seu próprio erro? Está certo que, às vezes, precisamos errar, mais de uma vez, para aprender… Mas aí temos que definir outro foco para tal questão. 
Fracassos e sucessos, ambos, contribuem para a nossa maturidade. E muitas vezes a desconstrução de nossas ideias e pensamentos antigos é necessária. Ou seja, temos que abrir o baú, cheio de relíquias que guardamos, para ver o que ainda nos serve e o que deve ir para o lixo. Uma boa faxina interna!

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