COVID-19 e tempo para refletir

Como é a rotina diária de uma pessoa, em pleno século XXI, vivendo na velocidade da realidade globalizada? Acordar, checar o celular, fazer a higiene pessoal, comer, sair de casa rumo ao trabalho ou a outra atividade, e assim passar o dia até a hora de dormir. É só um dia. Uma noite. Uma semana.…

Como é a rotina diária de uma pessoa, em pleno século XXI, vivendo na velocidade da realidade globalizada?

Acordar, checar o celular, fazer a higiene pessoal, comer, sair de casa rumo ao trabalho ou a outra atividade, e assim passar o dia até a hora de dormir. É só um dia. Uma noite. Uma semana. Um mês. Um ano… e lá se vai uma vida!

O tempo passa rápido. Como dizem, voa! Muitas vezes parece que ele é o nosso maior inimigo. Está sempre escorrendo por entre os nossos dedos…

De repente nos vemos diante de uma situação delicada, para dizer o mínimo, mas que pode transformar as vidas de todos. Estamos vivendo sob uma ameaça ainda pouco conhecida. Um vírus que chegou em terras brasileiras prometendo causar grandes estragos, assim como fez pelo mundo a fora. Por isso as autoridades nos impõem o confinamento em nossas casas, como medida protetiva, para tentar impedir que o COVID-19 se prolifere ainda com mais rapidez.

Atravessamos uma fase difícil, de muitas incertezas, muitas informações desencontradas que geram polêmicas e conflitos desnecessários. Em uma hora que devemos nos ajudar, as pessoas se comportam egoisticamente. É claro que há exceções! Mas é fundamental  pensarmos no próximo, nos mais suscetíveis à doença (como os idosos e os que possuem alguma doença preexistente), naqueles que não têm condições financeiras de estocar comida, enfim nos que precisam continuar saindo de casa para trabalhar.

O que nos resta no momento é apurar nossa sensibilidade para que possamos nos solidarizar com o outro. Colocarmos em seu lugar para termos ideia das dificuldades que existem para além dos nossos domínios humanos.

Existe uma mobilização para o bem comum. Podemos observar as atitudes de compaixão que brotam entre vizinhos. Conhecidos que se voluntariam para fazer compras ou pagar contas para aquelas pessoas que não têm condições físicas, ou que por outras razões, não podem sair de casa. Isso já é um começo…uma resposta ao mundo repleto de relações disfuncionais em que mergulhamos cada vez mais profundamente nas últimas décadas.

Só temos uma certeza. O amanhã é uma caixinha de surpresas. Sabemos que nosso tempo aqui é finito. Pode ser breve. Então que seja útil, que nos impulsione a sermos melhores, mais gentis, mais tolerantes, menos hipócritas e arrogantes.

Daí tudo terá valido a pena, até mesmo atravessarmos pela escuridão, dor e aflição que essa pandemia tem causado e ainda causará. Coragem a todos!

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