Não adianta ficar nos escondendo atrás de discursos políticos impactantes sobre as questões socioeconômicas do Brasil. Falar de democracia, de empoderamento feminino, de injustiça social, são demandas atuais, importantíssimas, mas não podemos nos esquecer que o mal maior que assola o nosso país é a corrupção. É ela quem nos faz estagnar na plataforma das nações menos desenvolvidas.
A corrupção é um atraso de vida. Uma doença que se alastrou e precisa ser combatida. E nem sempre o remédio tem um gosto agradável, não é mesmo?
Antes de mais nada devemos olhar para graves falhas de caráter, como a desonestidade, que segundo o dicionário Google, significa, entre outros termos, má fé, improbidade e traição. Destaquei estas três palavras por fazerem parte do ambiente tóxico que contamina a sociedade brasileira.
Temos que fazer a limpeza da casa, abrir as portas para a renovação, tentar mais uma vez sabendo que nada é fácil, que sempre há resistência ao diferente daquilo que já estava há muito tempo em curso.
Sabemos que mudanças são necessárias, pois nunca fomos tão pobres, nem tão analfabetos, ao contrário do que as pesquisas propagadas pela mídia informam. O índice cada vez mais alto da violência também nos assusta e nos aprisiona entre as paredes das nossas casas.
A quem mais interessa que os jovens continuem a frequentar escolas de baixa qualidade? Aos manipuladores de opinião, aqueles que devoram os recursos que seriam direcionados à Educação e Saúde, por exemplo. São lobos em pele de cordeiro.
Os políticos que se apropriam de dinheiro público estão sujando suas mãos, pois estão tomando o que é do povo por direito. Uma nação não pode ficar presa nas teias da corrupção, pois ela suga a energia e drena a vitalidade do seu povo.
Esperamos que o novo governo seja mais transparente e menos corrupto. Direita e esquerda são dois lados da mesma moeda e também são apenas rótulos que nada significam quando mergulhados no mar de lama da corrupção.
É claro que devemos nos apropriar dos direitos enquanto cidadãos, mas também do dever de zelar pelo patrimônio público, que é de todos! Isto é democracia; a balança entre direitos e deveres de cada pessoa.
Vamos discutir os próximos passos, enxergar adiante. Torcer para que desta vez dê certo. Vamos fundamentar nossas bases em um terreno mais firme, sem vitimismo e menos oportunismo. Aliás, vamos criar oportunidades, ao invés de entregá-las como prêmios de consolação.
Que os mestres do conhecimento tenham seu valor reconhecido e possam plantar boas sementes por todo o nosso país. Há um tempo certo para tudo nesta vida, mas se quisermos mudar a direção desta grande embarcação o momento é agora!
A seguir um pequeno video, compartilhado no facebook, com uma fala oportuna do nosso grande juiz federal, Sergio Moro.

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