As nações mais abastadas devem abrir suas asas protetoras e acolher a fragilidade
Dos milhões que foram obrigados a dar as costas
Para a terra que conheciam como “lar”.
Hoje estamos manchados de sangue,
Com as mãos sujas, enlameadas.
Pois essas mãos precisam servir agora,
Secar as lágrimas dos nossos irmãos.
E ao menos conduzi-los a um porto seguro.
Oferecer segurança e dignidade
Já não é uma opção, é nossa obrigação!
As fronteiras idealizadas pelo homem
Não servem mais…
Precisam ser postas abaixo
Para que a justiça renasça.
A dor e o sofrimento não podem ser
Pra sempre a identidade daqueles
Que são explorados desde que
O mundo é mundo.
O ser humano há que se reinventar
Em busca da sua evolução
Ou passará mais dois mil anos
Para entender que a cura
De todos os males está na compaixão.

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