O que nos alimenta o corpo?
É o pão de cada dia,
Presente na mesa farta de uma minoria,
Mas ainda vazia para a maioria!
São promessas não cumpridas,
Necessidades esquecidas,
Que calam a boca da alma da gente,
Mas que ficam mais fortes e resistentes
A cada momento de opressão.
Foram anos de longa escuridão.
Tantas prioridades relegadas
Ao futuro incerto de uma nação.
Agora cansada de esperar
Luta para fortalecer sua razão.
Um povo pressionado pela obrigação
De dar certo sem ter estrutura.
Remendado por uma tal costura.
Resolveu gritar aos quatro ventos
Por direitos cassados
E ideais jamais respeitados.
Povo sempre ludibriado…
Gente que sofre contida,
Ou que ignora o que se passa,
Que se vê perdida e desamparada
Ou simplesmente que se vê acuada!
Precisa desmascarar os seus vilões
E encontrar forças para soltar os seus grilhões.
Deve aprender a tomar as rédeas,
Com compromisso e seriedade,
De seu papel tão importante
Neste mundo doido e delirante!

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